Laboratório Morfofuncional

O Laboratório Morfofuncional rompe com a visão tradicional de disciplinas isoladas. Seu propósito é a integração sistêmica: em vez de estudar apenas a “forma” (anatomia) ou a “função” (fisiologia/patologia) separadamente, o discente compreende o corpo humano como uma unidade dinâmica.

Dentro da metodologia ativa, o laboratório serve como o cenário de consolidação dos problemas discutidos em tutoria. É o espaço onde o estudante correlaciona a imagem de uma célula em um microscópio com a peça anatômica macroscópica e a clínica do paciente.

O laboratório Morfofuncional é composto por:

  • Sala de dissecação: onde os discentes poderão ter aulas e os monitores praticarem o preparo de peças anatômicas e de cadáveres para serem utilizados em habilidades práticas.
  • Laboratório de habilidades cirúrgicas: composto por bancada, lavatório de mãos e mesa cirúrgica pantográfica. Nesse espaço os discentes podem desenvolver habilidades de lavagem de mãos, paramentação, desparamentação, instrumentação cirúrgica, degermação e colocação de campos cirúrgicos, bem como se posicionar e atuar em um centro cirúrgico.
  • Três salas multidisciplinares: onde pode ser montados os mais diversos cenários para o desenvolvimento de habilidades práticas, tais como sala de sutura, sala clínica, sala de simulação em ATLS, etc.
  • Sala de histologia: composta por bancadas com microscópios e projetor para o ensino da composição celular dos tecidos humanos.
  • Laboratório de imagem: em fase de conclusão para o ensino da anatomia por imagem onde através de software específicos terão acesso um banco de imagem dos mais diversos tipos de exames (tomografia m, ressonância magnética, raio X digital, ecocardio Doppler, etc) para análises e compreensão c li nica desses exames.
  • Sala reserva: de peças anatômicas e de cadáver que serão utilizados em habilidades práticas.
  • Sala de almoxarifado: onde são armazenados os mais diversos simuladores de de baixa e média complexidade.

Recursos Disponíveis:

  • Peças Anatômicas Reais: Cadáveres e órgãos preservados (úmidos ou glicerinados) para o estudo fiel da variação e da normalidade anatômica.
  • Modelos Sintéticos: Modelos em resina e polímeros de baixa e média precisão que permitem a desmontagem e visualização de estruturas internas, como também desenvolver a acuidade sonora para interpretação de sons em exames diversos.
  • Microscopia: Microscópios ópticos modernos e, em muitos casos, laminários digitais para o estudo de histologia e patologia.

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